20 dicas que você precisa saber na hora de elaborar projetos culturais

Você gostaria de saber como desenvolver um projeto cultural redondinho e aprender como escrevê-lo desde a página em branco até o orçamento final sem nunca mais ter que se descabelar ou passar horas escrevendo algo que você não tem certeza se está bom?

Confira aqui nossas 20 dicas de ouro para a elaboração de projetos:

1. O resumo é um resumo mesmo! 

 

O preenchimento do resumo é um campo obrigatório quando você está inscrevendo um projeto na Lei Rouanet. O resumo deve descrever o que você pretende realizar em no máximo 5 linhas, limitado ao máximo de 1000 caracteres. Trata-se de uma síntese com as informações essenciais fazendo referência ao(s) produto(s) cadastrado(s) no Plano de Distribuição. É importante ter muita atenção neste campo porque ele fará parte da publicação no Diário Oficial de seu projeto, quando ele for aprovado.

 

2.  O objetivo precisa ser… objetivo!

Nos objetivos do seu projeto devem constar APENAS:

 

1) Os objetivos gerais e específicos do projeto de forma clara, concisa e bem definida, sendo fundamental que esses possam ser medidos quantitativamente e/ou qualitativamente;
2) A repercussão local, regional e nacional esperada por meio da realização de tais objetivos;

 

3) Os impactos e desdobramentos positivos ou negativos desses objetivos, seja no âmbito cultural, econômico, social ou outro considerado relevante;

 

4) A contribuição do projeto para o desenvolvimento da área ou segmento cultural em que se insere.

 

Veja AQUI como elaborar um objetivo perfeito.

 

3. A acessibilidade precisa atender o que a lei determina.

Neste campo, o proponente (você!) deve informar quais ações serão adotadas (ou que o local já possui), para  proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Os projetos culturais financiados com recursos federais devem SEMPRE facilitar o livre acesso de pessoas com deficiência e pessoas idosas. É regra e é clara! Elevadores, rampas de acesso, espaço para cadeirantes são algumas destas ações.

4. Democratizar o acesso não é igual a convidar seus amigos.

 

No campo de democratização do acesso, o proponente deve inserir de forma detalhada como serão doados ou vendidos os ingressos e quaisquer outros produtos resultantes do projeto, com detalhamento do público alvo, dos preços, dos critérios, das estratégias e das etapas do processo de distribuição e dos resultados esperados com o acesso do público. A ideia aqui é mostrar que você está usufruindo dos benefícios da lei ao mesmo tempo em que está cumprindo com o que ela determina, né? Ah, e estas informações devem bater direitinho com seu plano de distribuição, viu?

Os 3 principais erros que todo produtor cultural comete

5. Não esqueça a prestação de contas nas Etapas de Trabalho!

 

Neste campo, o proponente deve detalhar todas as fases do projeto: pré-produção, produção e pós-produção, finalizando na entrega da prestação de contas. Já pensou colocar tudo direitinho e esquecer a prestação? Atenção: o período de realização do projeto indicado nesse campo tem uma relação direta com o orçamento proposto.

 

6. Não coloque informações desnecessárias ou longas demais na ficha técnica

Na Ficha técnica, o proponente deve informar qual será sua função no projeto, assim como a indicação dos nomes, juntamente com os currículos resumidos, do diretor/coordenador artístico e dos artistas e/ou grupos participantes. Nada de colocar telefone, endereço, email de ninguém, viu? É só o nome + função no projeto + breve currículo, preferencialmente focando nos últimos projetos realizados!

 

7. Não tem todo mundo da ficha técnica ainda? Sem problemas!

Caso os nomes dos artistas ainda não estejam definidos, basta uma justificativa pela falta dos mesmos que as leis de incentivo e editais entendem. Claro que num edital, isso reduz suas chances de ser selecionado... então... corre atrás dessa equipe!

 

8. O patrocinador não pode receber mais do que 10% do produto final resultante

Não adianta o patrocinador esbravejar... é a lei! Há o limite de até 10% dos produtos culturais que serão distribuídos aos patrocinadores para a distribuição e você deve cumprir com estes limites.

9. Você pode ceder produtos resultantes para fins de divulgação... mas só 10%!

 

Você pode distribuir os produtos resultantes de seu projeto cultural (ingressos, CDs, DVDs, livros) para a imprensa, críticos ou para fins de divulgação e isso dá sempre um excelente resultado. Mas só deve lembrar que há o limite de até 10% dos produtos para esta distribuição.

 

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10. Distribuição Gratuita para a População de Baixa Renda não tem limite

Claro!

 

Se a ideia das Leis de Incentivo é justamente atender ao maior número de pessoas, projetos 100% gratuitos ou com alta distribuição gratuita para baixa renda e beneficiários faz parte do objetivo da legislação!

 

Dá só uma olhada na definição de população de baixa renda, segundo Decreto 6135, de 27 de junho de 2007:

 

“Art. 4o ...

II - família de baixa renda: sem prejuízo do disposto no inciso I:

a) aquela com renda familiar mensal per capita de até meio salário mínimo; ou

b) a que possua renda familiar mensal de até três salários mínimos;”

Caso o projeto seja inteiramente gratuito, a estimativa de público deverá ser inserida nesta coluna.

 

Lembrando que, para a Lei Rouanet, deverão ser distribuídos no mínimo 10% dos produtos culturais à população de baixa renda e adotados os meios de Democratização de Acesso, que já falamos lá em cima!

 

 

11. O orçamento deve estar coerente com todos os campos anteriores do projeto

Sim, não dá pra dizer uma coisa e depois o orçamento dizer outra, né? Sua Planilha Orçamentária deve estar compatível com o objetivo e as metas da proposta. Todos os itens pertinentes e essenciais à execução da proposta devem estar incluídos na planilha. Itens relacionados à administração do projeto e sua divulgação são indispensáveis também. Já pensou ter um projeto em que você pensou em toda a parte criativa, mas esqueceu que tem que pagar um contador, material de escritório e correios?

 

Os 3 principais erros que todo produtor cultural comete

 

12. Modelos de planilhas podem facilitar sua vida na hora de elaborar seu orçamento

Na hora de elaborar um projeto, nossa maior dúvida é sempre saber se estamos esquecendo algum item importante ou não. Para não ter esta sensação, o ideal é buscar templates de orçamentos ou outros projetos para que possa comparar como o seu. Confira aqui nossos modelos de planilhas disponíveis.

 

13. O captador de recursos recebe, mas tem limites

Na Lei Rouanet, a Remuneração para Captação de Recursos é limitada a R$100.000,00 ou até 10% do valor do projeto a captar, o que for menor. Em leis estaduais e municipais há variação nestes valores e alguns editais não aceitam o item captação no orçamento do seu projeto. Vale sempre o que está escrito!

 

 

14. Os direitos autorais também têm limites

Na Lei Rouanet, os Direitos Autorais serão limitados a 10% sobre o valor total aprovado para o projeto, exceto se custos superiores forem aprovados pela plenária da CNIC, que é a Comissão Nacional de Incentivo à Cultura.

 

15. Cuidado ao criar um plano de divulgação mirabolante

Os Custos de Divulgação/Comercialização do projeto dentro da Lei Rouanet não poderão ultrapassar 20% do valor total das etapas pré-produção, produção/execução e custos administrativos somadas. Ou seja, não adianta fazer aquele plano de divulgação escandaloso se ele não cabe no orçamento do seu projeto, viu?

 

16. Não esqueça os custos administrativos

Muito produtor foca na parte artística do projeto e acaba esquecendo os custos administrativos. É importante levar em conta também que, para a Lei Rouanet, os Custos Administrativos não poderão ultrapassar 15% do orçamento total das etapas pré-produção, produção/execução e divulgação somadas.

 

17. Atenção aos documentos obrigatórios

 

Além dos documentos do proponente, ao inscrever seu projeto em uma lei ou edital você deve ter em mente que há alguns documentos obrigatórios que precisam ser anexados ao sistema. Leia sempre as leis e editais para saber quais são estes documentos e tenha seu Kit do Produtor salvo em seu computador com todos os modelos que precisa gratuitamente!

 

18. Cuidado com o prazo das diligências

 

Se você está inscrevendo um projeto através da Lei Rouanet, é fundamental que acompanhe todas as fases de análise do seu projeto e responda às diligências dentro do prazo determinado. A maior parte das diligências atua no prazo de 20 dias para resposta (que pode ser prorrogado mediante pedido), mas não atendê-las pode colocar seu projeto em risco.

 

19. Lembre-se de renovar o prazo de captação do seu projeto

Ao ter o seu projeto aprovado na Lei Rouanet, é importante ter atenção ao prazo de captação. Você pode renová-lo duas vezes, mas sempre 30 dias antes que chegue a data do vencimento. Por isso, anote esta data no calendário e não deixe seu projeto ser arquivado!

 

20. Não espere que um patrocinador bata à sua porta.

Ufa! 20 dicas rápidas e direto ao ponto pra você não perder o foco em seu projeto cultural.

 

Quer saber quais são os 3 principais erros que um produtor cultural comete na hora da elaboração de projetos?

 

Então dá só uma olhada no que preparamos pra você:

 

Os 3 principais erros que todo produtor cultural comete

 

9 motivos para você aprovar seu projeto na Lei Rouanet já

No dia 1 de fevereiro reabriu o sistema Novo SalicWeb para o recebimento de projetos culturais a serem aprovados na Lei Federal de Incentivo à Cultura (mais conhecida como Lei Rouanet).

 

Muitos produtores e artistas nos perguntam se vale a pena já ter um projeto aprovado nesta lei ou se o ideal é ter uma outra estratégia para realização de sua ideia.

 

Enumeramos aqui as 9 razões pelas quais acreditamos que você deve não apenas inscrever seu projeto na lei assim que ela abrir, mas, principalmente, trabalhar sempre com um portfólio de projetos aprovados (limite de 2 projetos caso você inscreva como pessoa física ou 5 projetos caso você seja pessoa jurídica).

 

Confira aqui nossos motivos para inscrever seu projeto cultural na Lei Rouanet agora mesmo:

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  1. A aprovação chancela seu projeto

A partir do momento em que você envia seu projeto para o Ministério da Cultura, ele passa por três etapas distintas:

 

  • Análise documental: o profissional verifica se você preencheu todos os campos corretamente e se enviou os documentos necessários para a análise de seu projeto.

 

  • Análise técnica: a proposta se transforma em projeto cultural (quando ganha o PRONAC) e passa a ser analisada por um parecerista. Este profissional pode questionar itens do seu projeto e também sugerir mudanças em seu orçamento.

 

  • Aprovação na CNIC: Seu projeto vai para a reunião mensal do Conselho Nacional de Incentivo à Cultura onde pode ser aprovado, reprovado ou reenviado de volta para o analista.

 

O que isto significa na prática para seu projeto?

 

Que ele foi lido e avaliado por instâncias diferentes, o que gera credibilidade ao receber a aprovação no Diário Oficial.

 

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  1. Você vai perceber que o seu projeto é real

Para enviar um projeto para o Ministério da Cultura não basta ter uma grande ideia. É preciso elaborá-la e transformá-la em um projeto cultural.

 

Ao fazer isso e preencher os campos do formulário, você acaba dando-se conta que seu projeto é real.

 

Normalmente temos a insegurança de acreditar em algo está apenas no papel, mas a partir do momento em que você convida profissionais para fazerem parte de sua ficha técnica, coloca seus currículos no projeto e passa a elaborar a ideia dentro de um formato pré-estabelecido, o que antes parecia algo distante começa a se tornar real!

 

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  1. É a única lei que fica aberta praticamente o ano inteiro

Sim, este é um dos motivos pelos quais você deve inscrever um projeto na Lei Rouanet.

 

Como o sistema fica aberto de 1 de fevereiro a 30 de novembro anualmente, ele é uma das poucas oportunidades que estará sempre disponível para fazer a sua ideia acontecer.

 

Ao invés de esperar aquele edital, aquela empresa, aquela ocasião ideal, que tal fazer você mesmo a oportunidade, aprovar seu projeto na Lei Rouanet e começar a captar recursos tão logo ele seja aprovado?

 

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  1. Seu patrocinador pode estar mais perto do que você imagina

A verdade é que um patrocinador não vai bater à sua porta pedindo para analisar seu projeto.

 

Por outro lado, ele existe e pode estar mais perto do que você pensa.

 

Já imaginou sair com os amigos e descobrir que seu “BFF” agora trabalha naquela empresa que tem o perfil perfeito para patrocinar o seu projeto?

 

Ou ainda perceber que do seu lado esquerdo, pedindo mais um choppinho, está sentado o responsável pela área de patrocínios de uma grande empresa?

 

Pode ter certeza que a primeira pergunta que irão te fazer é “o seu projeto está aprovado em alguma lei de incentivo”?

 

E se não estiver, amigo, aquele choppinho vai descer com um gosto amargo desta vez…

 

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  1. Para garantir que você poderá captar durante todo o período máximo permitido

Atualmente o processo de aprovação de um projeto na Lei Rouanet leva, em média, três meses.

 

Fazendo as contas… se o sistema abre dia 1 de fevereiro, por volta de abril/maio você já terá seu projeto aprovado na lei.

 

Isso garante não apenas que você tenha o fim do 1o semestre para captar, como também todo o 2o semestre, principalmente os últimos três meses que são sempre um período excelente.

 

Além disso, caso você não capte este ano, ainda tem a chance de pedir a prorrogação por mais duas vezes (o que pode chegar a mais 2 anos inteiros!).

 

Agora se você decidir inscrever seu projeto no meio deste ano, toda esta conta vai por água abaixo e seu prazo máximo vai começar a se reduzir para 2 anos e meio ou 2 anos apenas.

 

Bora começar esta inscrição já?

 

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  1. Você pode ganhar uma notinha no Ancelmo Góis

Piadas à parte, parece que o Ancelmo curte dar uma espiadinha no Diário Oficial e publicar notinhas sobre projetos aprovados.

 

A real é que isso até pode trazer um patrocinador interessado para você, caso ele se anime com a proposta de seu projeto.

 

A questão principal é que o grande público pensa que projeto aprovado ganha automaticamente o valor solicitado (e por isso o Góis adora colocar projetos de valores exorbitantes nas notinhas).

 

Bafafás à parte, uma divulgação como esta pode mais ajudar do que atrapalhar… Então, por que não?

 

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  1. Esta é uma maneira de entender como funciona todo o processo de aprovação de um projeto pelo Ministério da Cultura

Você pode começar lendo a legislação ou fazendo um curso de Elaboração de Projetos (o que nós recomendamos muito!), mas a verdade é que ganhar prática na aprovação de projetos acontece fazendo.

 

Cada projeto tem suas peculiaridades, diligências e desafios.

 

Assim, a melhor forma de aprender e perder o medo é fazendo.

 

E se você não fizer nada, o não você já tem.

 

Agora é hora de correr atrás do sim!

 

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  1. Você garante a participação em editais, inclusive aqueles que pedem o PRONAC

Nos últimos anos, o Ministério da Cultura entrou em contato com diversas empresas que atuam através de editais para solicitar que não pedissem mais o Pronac (ou aprovação) antecipadamente.

 

Por que o MinC fez isso?

 

Porque isso fazia com que milhares de pessoas inscrevessem seus projetos às pressas para participar de um edital, onerando o sistema de análises do MinC (que paga os pareceristas por análise feita).

 

Pra piorar, quando o resultado do edital era divulgado, somente uma pequena parcela destes projetos era contemplada.

 

Com esta conversa do MinC com as empresas, muitos editais eliminaram a obrigatoriedade da aprovação antecipada.

 

Entretanto…

 

… ainda há editais que fogem à esta regra (como o Porto Seguro, por exemplo).

 

Assim, pra não perder nenhuma chance, o ideal é ter sempre um projeto aprovado em mãos!

 

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  1. O Diário Oficial pode ser o maior estímulo para você começar a captar

Ok, a gente sabe. Na teoria o Diário Oficial, ou DO como é conhecido, não passa de um papel (que pode inclusive ser emitido online) e que garante apenas a aprovação do projeto na Lei Federal de Incentivo à Cultura.

 

Mas peraí… isso pode ser um grande estímulo, não?

 

Bora imprimir umas três vias, emoldurar uma igual a um diploma, colar uma no espelho do banheiro e outra na geladeira pra motivar a gente a captar recursos e realizar nossas ideias!

 

Afinal, o projeto está lá, aprovadinho, pronto pra cair no mundo!

 

Pode ter certeza que um bom mindset já é meio caminho andado para o sucesso, viu?

 

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  1. Mesmo na crise, a Lei Rouanet é responsável por quase 90% da cultura produzida em nosso país

Sim, esse papo de crise é chato, desanimador e desmotiva a gente.

 

Ainda assim, o setor cultural é um dos que mais tem crescido e gerado oportunidades neste cenário.

 

É a velha história do copo cheio e copo vazio. Nós aqui, preferimos sempre olhar o copo cheio!

 

Bora arregaçar as mangas, dar um chega-pra-lá nessa crise e conquistar nosso espaço?

 

No que depender da DA GAVETA, pode contar conosco!

 

Não sabe por onde começar?

Não tem problema!

 

Aqui vão nossas 4 dicas de ouro para você arregaçar as mangas e começar a desenvolver suas ideias hoje mesmo!

 

1.  Curso Lei Rouanet Descomplicada

 

Lei Rouanet

 

Um passo-a-passo para você inscrever seu projeto na Lei Rouanet e nunca mais ficar perdido ao acessar o sistema ou responder diligências, desde a inscrição do proponente à aprovação no Diário Oficial. Clique AQUI para saber mais!

 

2. Curso Grátis de Produção Cultural

 

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Ficou perdido e não sabe por onde começar? Não tem problema, aqui vai o mapa da minaSão 14 aulas em vídeo enviadas diariamente para o seu email, ao longo de duas semanas, sobre Produção Cultural. Inscreva-se AQUI. É molezinha!

 

3. eBook: Eu tenho um projeto… Manual prático para tirar suas ideias da gaveta

 

Livro Eu tenho um projeto

Como o próprio nome já diz, este eBook dá aquele empurrãozinho que faltava pra tirar suas ideias da gaveta. Você terá em mãos um manual prático para viver de seus projetos. Clique AQUI para comprar o seu!

 

4. Curso Online de Elaboração de Projetos Culturais Simplificada

 

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Se o mistério pra você é definir o proponente do projeto, escrever um bom objetivo, entender como fazer uma justificativa ou ainda fazer um orçamento da página em branco até a última linha, este curso é para você. Saiba mais clicando AQUI.

7 dicas que vão facilitar sua vida na elaboração de um projeto cultural (a #1 é imbatível)

 

Muitas pessoas entram em contato conosco dizendo que têm um projeto e que querem levá-lo adiante. Entretanto, na maioria das vezes o que elas têm é uma ideia e não um projeto.

 

A elaboração de um projeto cultural precisa sempre responder a estas perguntas:

  • O que?
  • Quanto?
  • Quando?
  • Onde?
  • Por quanto tempo?
  • Com quem?
  • Quanto custa?

 

Falando assim parece simples, e hoje vamos mostrar pra você que realmente é.

 

Confira aqui as 7 dicas que vão facilitar seu trabalho no momento de elaborar um projeto cultural (e ainda receba uma super dica no fim do artigo):

 Como escrever um objetivo

1. Conheça a fórmula que vai simplificar o objetivo do seu projeto

O objetivo de um projeto é o fim que se deseja atingir. É a meta que se pretende alcançar. Um objetivo é o que move uma pessoa a tomar alguma decisão ou buscar suas aspirações.

Quando falamos de objetivo de um projeto, a maneira mais sintética, objetiva e clara de escrevê-lo é usando a formula:

 

OB = OQ + QT + QD + OD + PQT

Ou seja, objetivo é igual a soma de:

o que + quanto + quando + onde + por quanto tempo.

Vamos a um exemplo:

OQ = Espetáculo de teatro

QT = Um espetáculo (1)

QD = No 2o semestre de 2016

OD = No Rio de Janeiro

PQT = Por uma temporada mínima de 3 meses.

 

Para ficar ainda mais fácil :

Este projeto visa a realização de (QD) (OQ) a ser realizado (QD) em/no (OD) por (PQT).

 

Agora redigindo o objetivo: 

Este projeto visa a criação e apresentação de um espetáculo de teatro a ser realizado no 2o semestre de 2016 na cidade do Rio de Janeiro por uma temporada mínima de 3 meses.

 

Simples, não é? É claro que depois deste parágrafo você pode incluir mais informações em seu objetivo, particularidades de seu projeto, referências artísticas, informações adicionais e o que mais achar importante. Ma lembre-se que menos é mais e que isso é fundamental e não pode faltar NUNCA!

 

elaboração de projeto

 

2.Conheça as palavras-chave para escrever uma justificativa de um projeto

Afinal, o que vem a ser a justificativa de um projeto? A justificativa é o « por quê » de sua realização. Em outras palavras, quais os motivos que fazem você, como proponente, acreditar que ele deva ser feito. É importante pensar, neste momento, em questões inerentes ao projeto, às reflexões que ele poderá proporcionar ou mesmo ao aprendizado que se pode obter a partir de seu consumo.

 

Veja abaixo algumas palavras-chave que poderão ajudá-lo na elaboração da justificativa do seu projeto, mas lembre-se sempre que a resposta para sua justificativa está na pergunta « por que eu desejo realizar este projeto? ».

 

  • Apresentar ao público…
  • Estudar o impacto de…
  • Criar uma relação entre…
  • Criar uma oportunidade de/para…
  • Compartilhar conhecimento sobre…
  • Estimular…
  • Promover a arte…
  • Integrar disciplinas…
  • Dar oportunidade a novos talentos…

 

Pronto para escrever sua justificativa?

 

Elaboração de projetos

3. Descubra como definir o local do meu projeto mesmo sem ter os recursos para viabilizá-lo

Pode parecer difícil definir este local quando o projeto ainda está no papel e quando há uma forte concorrência pelos espaços mais atraentes das grandes cidades, mas definindo ao menos o que seria este local ideal, você garante a definição da envergadura do seu projeto e poderá planejar da melhor forma seu plano de distribuição.

 

Mesmo que o local onde você planejou apresentar seu projeto mude, o ideal é que busque sempre espaços similares em termos de alcance, localização e público para não ter surpresas. Lembre-se que ainda estamos trabalhando com o cenário ideal e hipotético, e que nem sempre todas as nossas demandas para o projeto serão atendidas. Esteja preparado para estas mudanças.

 

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4. Veja como fazer um cronograma mesmo sem ter a menor ideia de quando o projeto vai acontecer

Pode parecer um grande desafio definir quando seu projeto será realizado se você está, neste momento, apenas o colocando no papel. Realmente não é fácil. Mas alguns truques podem ajudá-lo a superar este desafio e ter um cronograma perfeito.

 

Para desenvolver o cronograma de seu projeto a primeira tarefa que você deve fazer é listar – sem uma ordem definida – tudo o que terá que realizar para que ele aconteça, desde inscrevê-lo em uma determinada lei até entregar a prestação de contas para o patrocinador. Seja o mais detalhado que puder. Quanto mais informações o projeto tiver, melhor para sua realização.

 

Com a lista pronta em mãos, o segundo passo é colocá-la na melhor ordem que poderá executá-las. Depois que as atividades estiverem em ordem, agora é hora de colocar ao lado de cada uma delas o tempo estimado que irá precisar para realizá-las. Pense em meses ou semanas porque isso irá facilitar o desenvolvimento do cronograma, que idealmente é calculado em meses.

 

Quanto mais realista você for durante o desenvolvimento do seu cronograma, menos surpresas terá futuramente.

 

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5. Saiba por onde você deve começar sua ficha técnica

A ficha técnica é uma lista que determina os principais profissionais envolvidos em seu projeto e as atividades que cada um desempenha durante sua execução.

 

Para começar, faça uma lista das pessoas com quem gostaria de trabalhar ou avalie projetos similares ao seu para conhecer quem fez parte de suas equipes.

 

Com a lista em mãos, a segunda etapa é fazer os convites. Mesmo que não tenha os contatos deste profissional, hoje em dia, com as redes sociais, você não apenas consegue uma conexão direta mais rápido como ainda descobre amigos em comum que podem indicá-lo ou dar um parecer sobre os profissionais que selecionou.

 

Todas as pessoas que você colocar em sua ficha técnica devem ter ciência (e estar de acordo, naturalmente) de que seus nomes estão sendo citados no projeto.

 

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6. Entenda como fazer um plano de divulgação

O plano de divulgação é o conjunto de ações destinadas à divulgação de seu projeto cultural e compreende materiais como: anúncios em jornais, cartazes, folders, outdoors, panfletos, inserções em rádio, televisão e em novas mídias (como portais e sites), entre outras.

 

Confira aqui os veículos mais comuns que podem fazer parte de seu plano de divulgação:

  • Mídia televisiva
  • Mídia radiofônica
  • Mídia na internet
  • Anúncios em jornais e revistas
  • Cartazes
  • Filipetas (distribuição nas ruas proibida em algumas cidades)
  • Busdoor
  • Outdoor (também proibido em algumas cidades)
  • Taxidoor
  • Marcador de Livro
  • Brindes
  • Faixa em avião
  • Email marketing
  • Redes Sociais
  • Videos virais

 

Ao criar seu plano de divulgação, lembre-se de não se limitar à esta lista. Quanto mais autêntica e inovadora for sua comunicação, mais chances você tem de atrair novos espectadores para seu projeto.

 

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7. Saiba o que é o plano de distribuição

O plano de distribuição é a forma como seu produto cultural irá chegar às mãos do seu público-alvo. Trata-se de uma etapa fundamental no desenvolvimento de um projeto, mas que muitas vezes é deixada de lado pelo proponente porque ele não consegue visualizar de que forma seu produto será distribuído.

 

Para desenvolver um plano de distribuição, você précisa saber (ou estimar) o local onde irá realizar seu projeto, o tempo em que ele estará acessível para o público (normalmente contado em dias ou apresentações), a capacidade do local e os preços aplicados (ou a gratuidade, caso não haja cobrança de ingressos). Com estes números em mente, você poderá fazer uma projeção de quanto pode receber de receita pelo projeto.

 

Mesmo que seja uma estimativa hipotética, o plano de distribuição é obrigatório não apenas para que seu projeto seja inscrito em leis e editais como também para que seu futuro patrocinador e você sabiam quantas pessoas poderão ser atingidas por ele.

 

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Um manual que vai ajudar você na elaboração de um projeto cultural:

 

Se você curtiu estas dicas e quer se aprofundar mais na elaboração de projetos, que tal conhecer o eBook  Eu tenho um projeto… Manual prático para tirar suas ideias da gaveta?

 

Ele é o único que mostra como produzir seus projetos culturais do início ao fim e ganhar dinheiro suficiente para não precisar de outro emprego, mesmo que você não tenha ideia por onde começar.

 

Então, se você é um artista ou produtor que está em busca de um passo-a-passo, desde a página em branco até os aplausos finais, ele não é o melhor, mas sim a única solução para colocar suas ideias no mundo e viver do seu talento como artista.

 

Se você estiver disposto a trabalhar e a criar um projeto cultural desde o papel em branco, quando você ainda não souber nem mesmo qual o nome de seu projeto, até atingir seu público, naturalmente ganhando dinheiro para viver de sua idéia, o eBook Eu tenho um projeto… Manual prático para tirar suas ideias da gaveta foi feito pra você

 

O eBook é totalmente online. Ou seja, você poderá lê-lo quando e onde quiser: do seu computador, laptop, celular, tablet, kindle ou leitor digital.

 

Veja o que você vai aprender:

Na primeira parte do livro você vai entender:

  • O dilema da página em branco
  • Como utilizar o manual
  • Onde tudo começou
  •  O primeiro passo
  • Material de trabalho

Na segunda parte vamos abordar conceitos como :

  • O sucesso
  • A resistência
  • A persistência

Na terceira parte começamos a colocar a mão na massa :

  • A ideia
  • O batizado de um projeto
  • Objetivo do projeto
  • A Justificativa do projeto
  • As particularidades de um projeto
  • O local
  • Direitos Autorais
  • O cronograma
  • A ficha técnica
  • O plano de divulgação
  • O plano de distribuição
  • O orçamento

Na quarta parte vamos sair do papel para a prática :

  • Como tirar seu projeto do papel
  • Contrapartidas ao patrocinador
  • A caixa de ferramentas
  • Leis de Incentivo
  • Captação de recursos
  • Editais privados
  • Editais públicos
  • Auto-financiamento
  • Empréstimos
  • Patrocínio afetivo
  • Crowdfunding
  • Anjos e investidores
  • Desenvolvendo uma estratégia

Na quinta parte vamos começar a executar seu projeto :

  • Consegui captar! E agora?
  • Assessoria de Imprensa
  • Relação com patrocinadores
  • Gestão de equipe
  • O grande dia
  • Relacionamento com o publico

E por ultimo vamos finalizar o projeto e nos preparar para uma nova ideia :

  • Prestação de contas e finalização
  • De volta ao começo

O mais bacana é que você terá acesso ao eBook automaticamente depois da compra, diretamente em seu computador.

 

Você deve estar se perguntando, quanto eu terei que pagar por isso?

Antes de responder isso eu te pergunto:

  • Quanto vale pra você um eBook que vai te ensinar a realizar suas ideias?
  • Quanto vale ser reconhecido como artista?
  • Quanto vale não precisar trabalhar mais em algo que você não ama?
  • Quanto vale se dedicar a uma ideia em que você realmente acredita?

 

Tudo isso através de um eBook que vai ajudar você na elaboração de um projeto cultural, da página em branco aos aplausos do público, em um passo-a-passo com todos os segredos que levamos anos para descobrir.

 

Pra você ter uma idéia, quando a DA GAVETA realiza a elaboração de um projeto isso não custa menos do que R$ 800. E hoje você vai poder comprar um eBook que vai ajudar você a fazer sozinho todos os seus projetos por apenas R$ 15,67.

 

Agora você tem 3 opções:

  • A primeira opção é não fazer nada.
  • A segunda opção é fazer como nós fizemos, levando anos pra descobrir como elaborar um projeto e como executá-lo até o final. Esta é a opção mais cara e demorada.
  • A terceira opção é comprar o livro agora mesmo.

 

Se você quer um manual que vai ajudar você a realizar suas ideias e finalmente poder viver fazendo o que ama, ganhando dinheiro com isso e transformando o mundo através da cultura, clique no botão abaixo agora mesmo.

 

Você vai ser direcionado para o site da Amazon e poderá adquiri-lo rapidamente. Depois, é só baixar o aplicativo gratuito da KINDLE em seu celular, notebook, computador ou tablet pra começar a leitura hoje mesmo.

 

Este é o caminho mais curto para começar a realizar suas ideias hoje mesmo! Compre agora mesmo Eu tenho um projeto… Manual prático para tirar suas ideias da gaveta e comece já a transformar o mundo com suas idéias e ser reconhecido como artista.

 

EuQueroAgora

 

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SAv/MinC divulga resultado de julgamento de recursos de editais Longa DOC e Longa BO

Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (SAv/MinC) divulgou, em duas portarias publicadas no Diário Oficial da União, na última sexta-feira, 3 de julho, o resultado final de habilitação dos projetos de filmes de longa-metragem de baixo orçamento de ficção e de documentário que participaram das chamadas públicas nº 3 (Longa BO) e nº 4 (Longa DOC). Os editais fazem parte do Programa Brasil de Todas as Telas e foram lançados em parceria com a ANCINE, utilizando recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA).

Brasil de todas as telas

As duas portarias incluem o resultado do julgamento dos recursos apresentados pelos proponentes ao resultado preliminar de habilitação, publicado no dia 3 de junho, trazendo a lista de deferimentos e indeferimentos, além da lista definitiva de projetos habilitados nas duas chamadas públicas.

Após o julgamento dos recursos, um total de 209 projetos foi considerado habilitado na categoria baixo orçamento. Já na categoria documentário, 202 propostas foram habilitadas.

 

Ao todo, os dois editais serão responsáveis por um investimento de R$ 22 milhões em recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) – R$ 12 milhões para filmes de baixo orçamento e R$ 10 milhões para documentários.

 

Clique nos links abaixo para acessar o resultado do julgamento dos recursos e o resultado final de habilitação dos editais:
Chamada Pública nº 3 – Longa BO

Chamada Pública nº 4 – Longa DOC
O Programa Brasil de Todas as Telas
Lançado em 1º de julho de 2014, o programa Brasil de Todas as Telas articula diferentes modalidades de fomento com objetivo de transformar o Brasil em um relevante centro produtor e programador de conteúdo. O setor audiovisual do País vem caminhando para concretizar essa meta e comemora o seu bom momento, especialmente depois que a Lei 12.485/11, conhecida como Lei da TV Paga, entrou em vigor. O novo marco regulatório dinamizou o mercado, gerou demanda por novos conteúdos brasileiros e ampliou o financiamento da produção independente.
Para dar conta da crescente demanda por conteúdo brasileiro, o programa Brasil de Todas as Telas conta com R$ 1,2 bilhão, em recursos do Fundo Setorial do Audiovisual – FSA. O programa se divide em quatro eixos: Desenvolvimento de projetos, roteiros, marcas e formatos; Capacitação e formação profissional; Produção e difusão de conteúdos; e Programa Cinema Perto de Você, de estímulo à abertura e modernização de salas de exibição.

Plano Estadual de Cultura é sancionado hoje por Pezão

O Plano Estadual de Cultura será sancionado hoje pelo governador Pezão. A partir deste momento, todos os projetos ligados ao esporte e à cultura terão direito ao mesmo percentual na captação de recursos oriundos do ICMS.

Corcovado Mountain in the Sunset 3D render

 

Conforme o que será publicado no Diário Oficial, projetos que estimulem a intolerância racial ou religiosa e a discriminação de LGBTs não poderão usufruir do benefício fiscal; 1% da verba será destinada a atividades voltadas a pessoas com deficiência.