O que você faz com suas ideias? 

O que você faz com suas ideias? 

Você as guarda com carinho em um caderno secreto, em uma pasta no evernote, no fundo da gaveta, em algum lugar da sua cabeça ou você simplesmente deixa que elas apareçam e desapareçam sem nenhum controle sobre elas?  

Pois é… Na correria do dia-a-dia, muitas vezes a gente simplesmente negligencia nossas ideias, não dá muita importância a elas e quando vê, precisa correr para atender o prazo de um edital ou, pior, começa a desacreditar nelas e não segue em frente.

Depois de passar muito tempo correndo como uma louca para elaborar projetos para editais ou ainda percebendo que muitas das minhas ideias não iam para frente pelo que eu chamei de “ausência de empatia pelo meu ‘eu-artista’ no futuro”, que eu decidi que isso tinha que mudar. 

Eu precisava ter um método simples e prático de transformar uma ideia em projeto assim que o momento “eureka” surgisse e guardá-las de forma bem organizada para colocá-las em prática cada uma a seu tempo.

Algumas precisavam ser maturadas… outras, simplesmente saiam prontas para serem executadas.

Foi daí que criei o método do curso “Elaboração de Projetos Culturais Simplificados“.

Assim, era fácil!

A ideia surgia, eu seguia meu próprio passo-a-passo e em pouco tempo lá estava meu projeto pronto para ir para o mundo (ou para o arquivo de ideias, quando esse era o caminho inicial).  

Se você também precisa de um passo-a-passo como eu, dá uma olhada —->>>> AQUI!

E depois me conta onde suas ideias foram parar!

 

Empreender é pra mim?

Empreender é pra mim?

É fácil empreender?

É possível viver fazendo o que ama?

Dá pra transformar talento em dindin?

A arte é mesmo o meu caminho?

 

Se esta e outras perguntas borbulham na sua cabeça a todo instante, este é o momento ideal para você fazer parte da Expedição Decola!LAB que acabou de começar.

 

A expedição nada mais é do que uma sequência de videos gratuitos com muito (MUITO!) conteúdo voltado para quem quer viver fazendo o que ama e ser feliz ganhando dinheiro com seu talento como artista.

 

Parece impossível, né?

 

 

Mas a Rafa Cappai mostra que não é!

 

Faz alguns anos que conheci a Rafa, a “pilota” da Espaçonave, a garota canivete, a menina bombril que é atriz, bailarina, comunicadora, empreendedora criativa e que, acima de tudo, disponibiliza seu conhecimento para ajudar criativos como eu e você a viver do que ama.

 

Sua capacidade de passar conhecimento é incrível e ela prova, através de uma metodologia que utiliza e aprimora há alguns anos que você não precisa se matar no processo de empreender e que você não precisa se encaixar num padrão. É possível sim!

 

É claro, a gente sabe que empreender precisa sim de dedicação, mas quando você tem alguém do seu lado para te guiar no processo, as coisas são muito mais simples. E é exatamente aí que entra o Decola!LAB.

 

O Decola! LAB é um programa online e coletivo de desenvolvimento de empreendedores inquietos, modernos e criativos, liderado pela Rafa Cappai, na Espaçonave.

 

Durante dez semanas, os participantes são guiados no passo a passo para transformar suas paixões e talentos em um negócio sustentável, com a sua cara e do seu jeito.

 

O programa utiliza metodologia desenvolvida como tese de mestrado na Goldsmiths University of London e chancelada pelo Ministério da Cultura, através do Prêmio de Economia Criativa, em 2013.

 

E já foi aplicada, desde então, em programas presenciais e online, na formação de mais de 1300 empreendedores criativos, de diversos setores, de vários estados brasileiros, mas também em países como Austrália, Estados Unidos, Canadá, Alemanha e Grécia, Malásia entre outros.

 

Não parece incrível? E é!

 

Embarquei na Espaçonave no ano passado e posso dizer que foi uma das experiências mais incríveis que tive.

 

E é justamente por isso que eu recomendo já que você entre na Expedição Decola!LAB que acabou de começar.

 

Pronto para decolar seu negócio cultural?

 

Eu quero!

 

 

 

 

Lei Rouanet: qual a diferença entre o artigo 18 e 26?

Lembra aquele dia em que você prometeu pra si mesmo que finalmente ia se aprofundar na Lei Rouanet e fez o download da legislação para ler?

 

Pois é…aposto que foi só começar a ver aquela linguagem jurídica de parágrafo, inciso, artigo… para dar um frio na espinha, não é mesmo?

 

E quando você abriu o link da nova instrução normativa (a IN 01/2017) e percebeu que ela tinha 80 páginas? 80 páginas?!?!?

 

É. A gente te entende…

 

Afinal, se um artista tivesse que fazer sua própria versão da lei Rouanet ela seria muito mais fácil de ser compreendida, mais colorida, cantada, fotografada… e a gente entenderia de um jeito muito mais fácil, não é?

 

Pois essa é nossa língua, é assim que a gente se comunica…

 

E foi justamente pra você que decidimos colocar os pingos nos is e um pouco de tinta na dúvida que mais aparece por aqui.

 

Afinal, que diabos é esse artigo 18 e 26?

 

Se eu caio no 18 sou sortudo e se caio no 26 é mercúrio que está retrógrado?

 

Não, não! Nada disso…

 

E pode ficar tranquilo que a gente promete que vai ser fácil e divertido de entender.

 

Bora então fazer arte?

 

Arte não! Artigo! E começamos com o 18!

 

Artigo 18

 

Se aquela sua ideia mais que mirabolante foi enquadrada pelo MinC no artigo 18, isso significa que o patrocinador vai poder abater 100% do valor investido através do seu projeto.

 

Traduzindo:

 

(1) Ele vai calcular o imposto de renda que precisa pagar aos cofres públicos.

(2) Desse total, vai pegar 4% e vai colocar tudinho (tudinho! 100%!) em seu projeto.

(3) E ele vai ter a isenção fiscal de tudinho, sem qualquer custo extra.

 

O mesmo vale para as pessoas físicas, mas elas podem deduzir 6% do Imposto de Renda.

 

Artigo 26

 

Pra começo de conversa, o artigo 26 não é a zebra do Fantástico, o pão com manteiga que caiu de cabeça pra baixo nem o jato de água fria que acabou com seu banho quente.

 

Então não fique triste se seu projeto foi enquadrado pelo MinC no artigo 26…

 

Dito isso, vamos aos fatos:

 

  • A única diferença entre os artigos 18 e 26, é o valor do abatimento do imposto de renda e o enquadramento do projeto.

 

  • Ao invés do “tudinho” do artigo 18, quando seu projeto cai no artigo 26, isso significa que o patrocinador vai ter a renúncia fiscal de 40% do valor investido (e 60% para pessoa física) e não dos 100% como acontece no artigo 18.

 

Entendeu?

 

Calma! Calma! Não precisa coçar a cabeça que a gente já sabe aqui as duas perguntas que você quer fazer… quer ver?

 

Por que uma empresa patrocinaria um projeto no artigo 26? E como saber se meu projeto será enquadrado no artigo 18 e no artigo 26?

 

A resposta a estas duas perguntas é bem simples e está, de alguma forma, conectada entre elas.

 

Os projetos mais usuais que são enquadrados no artigo 18 são das seguintes modalidades:

  • Artes cênicas (teatro, circo, mímica, dança…)
  • Audiovisual (curta, média…)
  • Música erudita
  • Música instrumental
  • Exposições de artes
  • Livros em geral

 

Já os projetos mais usuais que são enquadrados no artigo 26 são das seguintes modalidades:

  • Audiovisual (projetos radiofônicos, obras seriadas, jogos eletrônicos)
  • Música popular
  • Música gospel
  • Projetos de fotografia
  • Gravuras
  • Design e moda
  • Periódicos

 

 

Então…

 

Um bom patrocinador normalmente tem uma política de patrocínio e justamente por isso, tem uma linha de projetos nos quais tem mais interesse, independente do artigo em que ele foi enquadrado.

 

Só pra exemplificar, é só ver a Natura e a Vale com projetos de música popular (artigo 26), a Eletrobrás e a BR Distribuidora com projetos de teatro (artigo 18), entre outras…

 

Simples, não é?

 

Agora vamos à parte mais divertida para você que ficou junto comigo até aqui… :)

 

Desmistificando fatos:

 

(1) Não tem como sugerir um enquadramento ao MinC. Ou é ou não é. Aquela história de dizer que vai fazer um projeto de música instrumental quando seu projeto é música popular NÃO ROLA! Não enrole! (ou você terá problemas na execução e na prestação de contas!)

 

(2) Sim, alguns captadores vão te perguntar em que artigo seu projeto foi enquadrado e os bons captadores fazem isso apenas para definir sua estratégia de captação e empresas. Ponto!

 

(3) Se você contratou uma pessoa para enquadrar seu projeto na lei e ele caiu no artigo 26, esta pessoa não fez uma M%$#ˆ. Ela fez seu trabalho direitinho, viu? E o seu projeto provavelmente deveria estar enquadrado no 26 meeeesmo.

 

(4) Deveria? Sim, o MinC é humano (isso merece um outro texto!) e erra! Se seu projeto foi enquadrado errado, você pode sim entrar com um recurso e 99% de chances do enquadramento ser corrigido.

 

(5) Na sua vida de produtor e/ou artista nada muda se seu projeto foi enquadrado no 18 ou no 26 (exceto se você também for captar, como expliquei acima). Siga adiante com seu projeto e ande com fé que tudo vai dar certo.

 

(6) Ter um projeto enquadrado no artigo 26 não significa que você terá dificuldade para captar recursos. O sucesso da captação depende de outros fatores. Repetindo: o sucesso da captação depende de outros fatores.

 

(7) Se seu projeto é bom e for bem estruturado, com possibilidade de relacionamento forte entre marca e público, isso sim será fundamental na hora de garantir recursos junto ao seu futuro patrocinador.

 

Viu? Nem doeu…

 

Agora que tal arregaçar as mangas e começar a trabalhar de verdade naquela ideia que não sai da sua cabeça, mas que você está ai no modo “procrastination” evitando de cuidar dela?!?!

 

Bora colocar a ideia no papel e levá-la adiante? 

 

Se quiser um PASSO-A-PASSO que vai te dar um empurrãozinho pra isso (na verdade um empurrãozão) é só clicar >>> AQUI <<<!

 

Aposto que você vai curtir!

 

Quer elaborar uma ideia do início ao fim?

 

 

 

 

Será que está na hora de desistir?

Há quanto tempo você se dedica à sua carreira de artista?

Quantas vezes já passou pela sua cabeça desistir, jogar tudo pro alto?

Ninguém disse que era fácil, não é mesmo? Ainda assim, há momentos de solidão em que nos questionamos se realmente vale a pena tanto esforço, tanta dedicação, tanta resiliência.

É desmotivador receber um “não” no resultado de um edital.

É triste enviar um email e não ter uma resposta.

É devastador ouvir familiares e amigos nos incentivando a desistir, a buscar outra carreira, a mudar de rumo.

Mas afinal, diante de todo esse cenário, o que nos faz efetivamente continuar?

Paixão. 

Vem de dentro de nós o  sentimento mais puro que existe, capaz de mover montanhas, capaz de nos re-energizar depois de um momento de tristeza, de fraqueza, de fracasso. O sentimento que nos faz querer jogar tudo para o alto e continuar. Que nos faz dizer que nunca mais vamos elaborar um projeto para este ou aquele edital e estar lá, firme e forte – preenchendo quadrados com limites de caracteres – no ano seguinte.

Não.

Não somos quadrados.

Não temos limites.

O que fazemos não cabe em um formulário.

É a paixão que nos faz acreditar. É a paixão que nos faz acordar no meio da noite (ou não dormir) porque há um turbilhão de ideias que surgem como ovelhas que querem pular a cerca.

Não precisamos de cercas, de limites, de amarras, de “marque a opção que mais se adapta à sua ideia”.

E se por algum momento, a paixão titubeia, é justamente aí que temos que nos dar conta de que grande parte das pessoas que nos rodeia simplesmente não encontrou sua paixão. Vida morna e sem graça essa.

Sim, artista incomoda.

E incomoda não apenas porque transforma, mas sobretudo porque faz o que ama.

Artista incomoda porque não se contenta, porque não aceita, porque não tem regra.

Abaixo os compromissos com hora marcada, abaixo os padrões, abaixo o sonho da casa própria.

Basta olhar ao redor para ver quanta ausência de amor há na rotina de quem nos cerca. O despertador que toca, o trânsito que sufoca, a hora marcada, a reunião improdutiva, o trabalho mecanizado, a hora extra, a falta de vida.

Artista incomoda porque ele é o reflexo oposto do que vemos hoje em dia. Artista não tem vida vazia.

E mesmo quando vazio é o bolso, a gente se vira, se ajeita, sofre, mas se organiza. E cria.

Artista nasceu para viver o agora. E é preciso entender que cada ideia tem tempo certo de nascer. Abaixo o imediatismo, abaixo a cultura do agora.  Silêncio! Tem uma ideia se preparando para nascer.

Tenha calma. Não se apresse.

Talvez seja apenas o mundo que não está preparado para sua ideia…

Não, querido artista.

Não está na hora de desistir.

Pelo contrário.

Hoje, mais do que nunca, está na hora de continuar!

Artista: você se vende da maneira certa?

 

Sim, pode apostar que nós, do lado de cá, também achamos super incômoda essa palavrinha: “vender”. A gente faz o que faz porque ama o que faz, porque não consegue se ver fazendo outra coisa ou simplesmente porque faz parte da nossa natureza.

 

E, olha, não importa seu papel como artista. Atores, músicos, artistas plásticos… o mundo está cheio de gente talentosa, criativa, surpreendente, genial mas que… não consegue se vender.

 

Muitas vezes não percebemos que nós somos nossa marca mais forte e que precisamos nos dedicar para que ela se valorize dia após dia.

 

Me responde aí. Como o seu site te vende? Qual a imagem que você passa através de suas redes sociais? Como você se vende quando interage com a sua turma? A maneira como você se veste, se porta e se posiciona vende exatamente quem você quer vender como artista?

 

Pois é. Vender aqui não é colocar uma plaquinha na frente da sua porta dizendo “ator disponível para testes” ou ainda “fotógrafo de sucesso”. Porque se vender hoje vai muito mais além.  É aquela imagem que anda coladinha em você e que faz seu público querer te seguir, te acompanhar, te comprar.

 

Que tal dar uma pausa no que está fazendo para analisar como você está se vendendo por aí?