SIRI


ESPETÁCULO CANADENSE SIRI

SERÁ APRESENTADO NO OI FUTURO FLAMENGO

 

 

Pela primeira vez no Brasil, o espetáculo canadense SIRI visa transformar esta grande caixa que é o teatro utilizando-se apenas das ferramentas que a pequena caixa do iPhone pode oferecer. Com patrocínio do OI FUTURO através da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, o espetáculo será realizado no OI FUTURO FLAMENGO na cidade do Rio de Janeiro entre os dias 23 de novembro e 17 de dezembro de 2017. Serão realizadas 16 apresentações com aproximadamente 120 minutos de duração de quinta a domingo. O espetáculo irá contar ainda com uma sessão com intérprete de libras e recurso de audiodescrição.

 

Em 2010, a Apple criou o assistente pessoal SIRI que decifra instruções verbais de seus usuários e atende às suas solicitações de forma imediata e bastante “humana”. O site da Apple explica: “Fale com ela com uma voz natural. SIRI não só entende o que você diz, mas também o que você quer dizer, e te responde. Fale com ela como uma pessoa real.”

 

Como uma pessoa real.

 

Com a mudança nos parâmetros de nossos relacionamentos, para conhecer uns aos outros atualmente é necessário ultrapassar diversas dimensões; através de redes sociais, entre outros. Em todas as frentes, multiplicamos os encontros. Será que estes encontros nos revelam ou nos escondem de nós mesmos? E se um destes encontros, com uma entidade programada para ser um companheiro discreto e objetivo, torna-se um encontro decisivo? Será que estes seres digitais poderiam, eventualmente, tornar-se melhores do que nós, seres humanos, em suas funções sociais?

 

Preocupada com os temas da intimidade, corpo, memória e sede de espiritualidade, Laurence Dauphinais visa explorar, neste trabalho, a relação entre o aplicativo SIRI e seres humanos. Com SIRI, ela quer questionar o que os olhos de outras pessoas forjam e revelam para nós, sobretudo quando se trata de um olhar digital criado por seres humanos. SIRI não é apenas um programa para cumprir tarefas pessoais como um assistente ou um guia GPS. Ela foi criada para manter conversas com humor e naturalidade.

 

Como uma pessoa real.

 

 

 

 

FICHA TÉCNICA

 

Um espetáculo de : La Messe Basse

Produção Brasil : da Gaveta Produções

 

EQUIPE CANADA


Texto : Maxime Carbonneau + Laurence Dauphinais + Siri

Direção : Maxime Carbonneau

Interpretação : Laurence Dauphinais + Siri

Assistente de direção e direção de produção : Jérémie Boucher

Cenografia e Figurino : Geneviève Lizotte

Iluminação : Julie Basse

Trilha Sonora : Olivier Girouard

Conselho dramaturgico : Dany Boudreault + Tiphaine Raffier

Criado em co-produção com : Festival TransAmériques com o apoio do Le Phénix – scène nationale Valenciennes

 

EQUIPE BRASIL

Direção de Produção: Letícia Tórgo

Produção Executiva: Kamilla Barcellos

Analista Financeiro: Alexandre Rocha

Assessoria de Imprensa: Lu Nabuco Assessoria em Comunicação

Programação Visual: Renata Santos Design

 

SERVIÇO “SIRI”:

Patrocínio: Oi Futuro + Lei Municipal de Incentivo à Cultura

Local: Oi Futuro Flamengo

Datas: 23 de novembro a 17 de dezembro de 2017

Endereço: R. Dois de Dezembro, 63 – Flamengo

Duração: 120 minutos.

Classificação etária: livre.

 

 

SOBRE SIRI

 

Desde o lançamento do iPhone 6S, o software SIRI ouve o que dizemos, em todos os momentos, sempre como uma amiga. SIRI pretende, como um Deus onisciente, ter todas as respostas para nossas perguntas. Mas sua programação está repleta de lacunas, limites e buracos. Este espetáculo vista beber na fonte destas falhas de programação para dar inspiração a Laurence Dauphinais e criar um espetáculo teatral.

 

Por que nós temos esta necessidade de criar uma entidade que está programada para ter a personalidade e traços humanos sem ser verdadeiramente real? Será que inventamos SIRI para sermos visto? Nós criamos uma entidade que “sabe tudo” objetivamente. SIRI tem acesso à nossa privacidade e também ao conhecimento universal através da internet.

 

Este projeto visa investigar a relação entre o homem e a criação do homem. Quem é o verdadeiro programador? Laurence ou SIRI? Afinal de contas, não somos nós mesmos “programados” pelo homem através do prisma da cultura e da educação? É realmente necessário ter um corpo físico para ser humano? E que tipo de corpo? Vivemos um momento onde os maiores pensadores acreditam que não é mais necessário ter um corpo para ser humano. Ray Kurzweil, diretor de engenharia do Google, por exemplo, pesquisa meios para fazer o download da memória de um indivíduo em um robô, avatar ou outro corpo. Isto não é ficção científica! É real!

 

Se desaparecermos da face da Terra e SIRI se tornar nosso arquivo original: o que ela irá revelar sobre nós mesmos?

 

 

SOBRE A DA GAVETA PRODUÇÕES

Fundada em julho de 2011 através da sociedade entre a produtora cultural e escritora Letícia Tórgo e o economista Alexandre Rocha, a produtora é especializada na produção de espetáculos de teatro, projetos literários e cursos online.

Dentre seus projetos mais recentes para o teatro, destacam-se a produção da nova montagem do espetáculo Tudo por um pop star, de Thalita Rebouças e direção geral de Pedro Vasconcellos, o espetáculo infantil O Príncipe dos Porquês e a co-produção do espetáculo de teatro infantil As Paparutas, escrito por Lázaro Ramos e apresentado entre 2012 e 2013 no Oi Futuro Ipanema.

A Da Gaveta foi responsável também pelo curta-metragem O Caso Libras, vencedor do Festival de Cinema de Los Angeles e selecionado no Tribeca de NY, Festival da Amazônia Festival de Edinburgo e Festival de Petrópolis.

Também produziu e realizou o lançamento nacional dos livros Uma janela para nove irmãos e O príncipe dos porquês, ambos escritos por Letícia Tórgo.

 

ASSESSORIA DE IMPRENSA:

Luciana Nabuco

Lu Nabuco Assessoria em Comunicação

55 21 99405 4125

lunabuco@lunabuco.com.br

assessoria@lunabuco.com.br

www.lunabuco.com.br

 

REALIZAÇÃO:

Da Gaveta Produções

Letícia Tórgo

leticia@dagaveta.com.br